Expressividade do corpo continda na fotografia- Beatriz Dias
Foi uma experiência incrível que me
fez, mais uma vez, soltar, ser eu mesmo e deixar fluir os movimentos; movimentos
esses que tiveram por base as aprendizagens apreendidas ao logo do 1 semestre.
Os movimentos além de naturais e fluidos
pelo instinto tinhas a noção de que não me podia chegar muito aos meus colegas
mesmo tendo essa vontade e, posteriormente, o sentimento que isso causava em
mim- a dor no peito que surgia por querer estar perto deles e lhes tocar e a
pandemia não permitir.
Além disso, durante o “colocar a máscara”,
quando sentíamos que estávamos no nosso mundo, no nosso quarto enquanto sentíamos
a nossa pele eu senti a necessidade de separar o corpo da mente e deixar que
ele fizesse o que sentia e tinha vontade, como me soltar das energias negativas
e de tudo o que me pudesse envergonhar.
Quero ainda acrescentar, salientando a
importância que este trabalho teve em mim já que consegui finalmente trazer do
quarto o que fazia para a rua e para os olhares tão críticos que a sociedade
tem.
Por fim, esta performace fez-me genuinamente feliz e mostrou, não só a mim como de certeza ao meus colegas, o que nós somos capazes da fazer, não apenas sozinhas mas em grupo- um trabalho lindo e eficaz.


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