Expressividade do corpo- Beatriz Silva
Achei o movimento interessante, a minha imagem distorcida fez-me lembrar um aracnídeo que se tentava proteger mas vigilante e preparado para atacar.
Eu acho o jogo bastante interessante porque cada vez que entro com outra pessoa nesta brincadeira de querer tocar e ao mesmo tempo ter de fugir, eu imagino sempre algo diferente: uma aranha que tem fome e tenta caçar, mas ao mesmo tempo tem de estar atenta para não ser comida, um velho que persegue a juventude mas que sabe que não pode lá regressar, uma pessoa que procura o amor mas que num entanto tem medo dele, etc...
Ao procurar uma fotografia para apresentar apercebi-me que, ao longo do tempo, estes movimentos deixam de ser pensados, ou seja, torna-se algo mais fluído, natural, torna-se parte de nós


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